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Entrevista da ARRASO (Jornal de Piracicaba) – domingo 10/08/2014

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ARRASOGENTE | POR ROSANA DI HIPÓLITO | 10/08/2014

WILLIAN DE OLIVEIRA

Para o administrador de empresas Willian de Oliveira, 27 anos, a paixão pelo empreendedorismo foi o primeiro passo para a descoberta do mercado imobiliário. Ao observar o pai que atuava no ramo varejista, sentiu ali a satisfação de bem atender a um público cada vez mais exigente. Porém, a vida e boas propostas de trabalho o levaram a outros caminhos. Quando sentiu que o escritório não era o seu lugar, e que no ramo imobiliário poderia ir muito mais além, decidiu estagiar na empresa da família. Em menos de um ano, Oliveira se tornou sócio do pai e fez a GEOWI Negócios Imobiliários uma empresa pautada na honestidade, credibilidade e transparência. Após três anos, colhe os frutos e o reconhecimento de um mercado cada dia mais concorrido. A partir de agora, vamos conhecer um pouco mais do mercado imobiliário por Willian de Oliveira.

Fale-nos um pouco de sua trajetória. Quando o mercado imobiliário entrou na sua vida? Ainda muito jovem, meu pai Geraldo iniciou no ramo de comércio e varejo. Ao vê-lo, despertou interesse em ser empreendedor. Praticamente todos os dias eu o ajudava atendendo os clientes, porém, ainda não era algo que eu gostaria de trabalhar, então fui estagiar na Caixa, como primeiro emprego. Mais tarde iniciei na área de RH na Dedini, e também na mesma área tive a oportunidade de ir para a Raízen Na mesma época estava cursando a faculdade com foco em empreendedorismo. Foi aí que percebi que não gostava de ficar preso no escritório. Como meu pai já estava no ramo imobiliário há alguns anos, decidi sair e começar a estagiar como corretor. Gostei tanto que em menos de um ano tomamos a decisão de virar sócios, realizei meu sonho de menino de ter o próprio negócio e ainda gostar da profissão.

O que o levou a escolher o ramo imobiliário como profissão? Sempre gostei de trabalhar com o público em geral. Nos meus antigos trabalhos gostava de solucionar problemas, e então percebi que como corretor poderia ir além. O mesmo público tem necessidades e desejos de se satisfazer no segmento imobiliário, o de realizar sonho da aquisição de um imóvel. É gratificante.

Quais foram às oportunidades que você vislumbrou neste mercado? Acredito que nesse mercado é possível ter mais flexibilidade e equilíbrio na vida pessoal e profissional, novas oportunidades de ganhos, maior satisfação profissional e pessoal, além de uma carreira longa.

Como foi o início da GEOWI Negócios Imobiliários? E a sociedade entre vocês? A GEOWI surgiu após experiências em outras imobiliárias, e principalmente do meu sonho de ser empresário como meu pai foi no passado. Então decidimos novamente arriscar, e dessa vez a novidade seria pai e filho juntos. O nome da empresa é resultado da junção dos nomes: GE (Geraldo) O (oliveira) WI (Willian). A empresa é 100% jurídica, prezamos muito pela Honestidade e a transparência. Agora em agosto/2014 a GEOWI completará três anos.

Como você analisa o mercado imobiliário de Piracicaba hoje? Piracicaba é uma cidade em grande expansão. Estamos muito bem localizados geograficamente, com excelentes malhas viárias, empresas de grande porte e de vários segmentos. Somos grandes geradores de empregos, e temos espaço e estrutura para crescer ainda mais. Conseqüentemente, mais clientes querendo realizar o sonho de adquirir imóveis para moradia e investimento futuro.

O que podemos esperar do mercado imobiliário para os próximos 10 anos? Acredito que é promissor, pois o déficit habitacional é grande no país e estamos longe de conseguir suprir essa demanda. Então temos um mercado longo pela frente.

O que podemos esperar para os próximos anos com relação a tendências em imóveis? Existem algumas tendências que irão persistir e evoluir por muitos anos como imóveis sustentáveis, compactos e condomínios horizontais e verticais. Todos com clubes e centros comerciais internos, visando à praticidade, comodidade e segurança em um único espaço.

O comprador mudou, qual o perfil imobiliário mais procurado pelos clientes? Mudou muito. O cliente não compra mais somente porque quer realizar o sonho da casa própria ou porque gostou muito do imóvel e local. Agora o cliente compra com intenção de ter lucro futuro.

Na sua opinião, a violência tem desvalorizado alguns terrenos ou imóveis? Com certeza sim, um grande exemplo é a grande quantidade de condomínios e apartamentos que estão sendo construídos e comercializados em todo o país. Transmite a sensação de segurança 24H.

Você acredita que a valorização dos imóveis está estabilizada ou continuará a crescer? Os imóveis de alguma forma sempre irão valorizar, sejam por medidas de incentivos ao crédito, subsídios do governo, ou ainda alguma ação da prefeitura com a chegada de grandes empresas e pólos industriais e comerciais na cidade.

Você é um empresário que faz planos? Quais serão seus próximos passos? O plano é encontrar novos sócios e parceiros de negócio. E nossa meta é ser excelência e qualidade na venda de imóveis e assessoria imobiliária.

Você tem algum hobby? O que costuma fazer nas horas vagas? Gosto muito de estar com a família e com os amigos, seja em uma confraternização ou jogando futebol.

Portabilidade entre bancos – Financiamento imobiliário

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Veja 9 perguntas e respostas sobre mudança de banco para financiar imóveis

A Caixa Econômica Federal definiu as regras da portabilidade de financiamento imobiliário com FGTS. Isso quer dizer que os clientes podem mudar o financiamento de sua casa própria de um banco para outro, mesmo se tiverem usado recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A vantagem seria conseguir uma taxa de juros menor.

As regras foram publicadas no dia 22 de abril no “Diário Oficial” da União, e entram em vigor nesta segunda-feira (5).

UOL conversou com três especialistas para responderem a algumas perguntas-chaves sobre o assunto. Foram entrevistados o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Samy Dana; o professor da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache; e o advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe Pinto.

1- Qual o objetivo da portabilidade?

O objetivo é dar à pessoa que fez um financiamento imobiliário a chance de reduzir sua dívida, procurando melhores taxas de juros em outros bancos. De acordo com o professor da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache, “a portabilidade aumenta o poder de barganha do cliente e amplia a concorrência entre os bancos”.

2- Qualquer pessoa pode mudar de banco?

Sim. Qualquer um que tenha um financiamento imobiliário usando recursos do FGTS pode pedir a mudança de banco. O imóvel, no entanto, tem de estar pronto. Não é possível fazer a portabilidade se a casa estiver na planta ou em construção.

3- Como funciona?

Primeiro o mutuário deve encontrar o banco que ofereça as melhores taxas e aceite receber a dívida. Feita a negociação, a proposta será enviada para o banco no qual foi iniciado o financiamento, que terá até cinco dias para fazer uma contraproposta. Se, mesmo com a contraproposta, o mutuário optar pela mudança, o novo banco deve quitar a dívida que o cliente tem com a outra instituição e assumir o crédito. Toda a transação será feita por meio eletrônico.

4- O custo da mudança de banco pode ser repassado para o cliente?

Não. As novas regras determinam que não haja nenhum custo para o mutuário mudar de banco. De acordo com advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe Pinto, “como a portabilidade não é sinônimo de descumprimento da obrigação, será indevida a cobrança de qualquer multa”.

5- É permitido mudar o sistema de amortização da dívida ao fazer a portabilidade?

Não. De acordo com as regras da portabilidade, o sistema de amortização, que é a maneira como a dívida é parcelada, não pode ser mudado. Os dois tipos de amortização são: SAC (Sistema de Amortização Constante), em que as prestações têm valores decrescentes; e tabela price, em que as parcelas são fixas. Além disso, o prazo que ainda falta para quitar a dívida do financiamento não pode aumentar ao fazer a mudança de banco. O professor da FGV Samy Dana afirma que a principal maneira de o banco oferecer uma proposta melhor é reduzir a taxa de juros e/ou a taxa de administração.

6- A portabilidade é sempre vantajosa?

Não. A portabilidade nem sempre será vantajosa. Um banco pode oferecer um taxa de juros menor. No entanto, o mutuário deve estar atento a custos extras, como gasto com cartório, ou tarifa de confecção de cadastro. Esses gastos, ao final, podem tornar a dívida maior ao se fazer a portabilidade. Samy Dana explica que não é suficiente que o cliente olhe apenas a taxa de juros e a taxa de administração que o novo banco oferece. “O mutuário deve olhar o Custo Efetivo Total (CET)”, diz Dana. O CET mostrará todas as taxas extras inclusas e o custo final da negociação. “O banco é obrigado a ceder o CET para o cliente”, afirma o professor.

7- O banco pode obrigar o cliente a abrir uma nova conta ou contratar algum seguro extra para aceitar a portabilidade?

Não. De acordo com o Banco Central, “não há nenhuma condição que deva ser imposta pelas instituições financeiras para que se use a portabilidade de crédito”. Para o professor Marcelo Anache, “se o banco forçar o mutuário a adquirir outro serviço, isso pode ser considerado venda casada”. Anache se refere à prática de um vendedor condicionar a aquisição de um serviço ou produto à compra de um segundo junto. Venda casada é proibida no Brasil.

8- Os bancos podem negar fazer a portabilidade?

As regras da portabilidade exigem que o banco no qual se iniciou o financiamento faça a transferência de dívida, caso o cliente a solicite. No entanto, não obriga outros bancos a aceitá-la.

9- Em qual caso a Caixa, como operadora do FGTS, pode rejeitar a transferência de dívida?

A Caixa, como operadora do FGTS, pode negar a portabilidade caso não receba as informações da negociação por parte dos bancos envolvidos, ou se houver inconsistência entre os dados cadastrais e financeiros.

 

Fonte: uol.com.br/economia

CASA E DECORAÇÃO

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03 de abril de 2014 • 08h00

Projeto combina mármore e cristal e cria decoração elegante

Funcional e sofisticado, apartamento no bairro da Mooca, em São Paulo, tem até quarto para os cachorros do casal.

A arquiteta Érica Salguero pegou o projeto de um apartamento de 140m² e três quartos na Mooca, São Paulo, “pelado”. “Comecei o projeto após a entrega da construtora, pensamos nos móveis, iluminação e revestimentos”, lembra a arquiteta. Os moradores são um jovem casal, que adora receber os amigos e a família e pediu que o imóvel ficasse com uma cara sofisticada sem deixar a funcionalidade de lado.

A dualidade entre o simples e o chique aparece em todo o apartamento, desde o tapete felpudo da sala de TV contraposto ao mosaico de mármore, até o espelho com moldura étnica do lavabo que, combinado ao papel de parede texturizado com estampa de folhagem, transmite uma ideia de rusticidade urbana. “A cliente gostou de participar do projeto, a sugestão do espelho diferente foi dela”, conta Érica.

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As salas de TV e jantar dividem o mesmo ambiente. Para dar sofisticação aqui, a arquiteta sugeriu o clássico duo branco e preto, um mosaico de mármore e um lustre de cristal, clássico e chique na medida. A contraposição ficou por conta do tapete felpudo, que dá o conforto necessário para a área do home theater. A iluminação participa da decoração, já que pode ser programada por celular ou tablet para dar a atmosfera necessária a um jantar ou sessão de cinema.

Além do home theater, a varanda é uma área planejada para receber. Espaçosa, ela comporta três miniambientes: a churrasqueira com uma bancada em forma de bar, a área de refeições e uma área de estar e TV. O sistema de som do home theater chega até lá e é embutido no painel de madeira de demolição, mas independente, o que permite que uma pessoa assista a um programa em cômodo e outra veja um filme ou show no outro.

Fonte: terra.com.br/vidaeestilo (matéria completa)

Preço dos imóveis sobe menos que o IPCA

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Em março, segundo FipeZap, 12 de 16 cidades tiveram variação menor que a inflação

03 de abril de 2014 | 7h 37
Anna Carolina Papp, de O Estado de S.Paulo

O preço médio anunciado dos imóveis avançou 0,64% em março na comparação com fevereiro, segundo o Índice FipeZap Ampliado, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). É a segunda vez consecutiva que o indicador, que contempla 16 cidades do País, sobe menos que a inflação, e a quarta vez seguida que apresenta desaceleração na variação anual – a alta foi de 12,9% em relação a março de 2013.

O Rio lidera o aumento em 2014, com alta de 3,35% no primeiro trimestre. Já em São Paulo, a alta para o período foi de 2,08%, mais próximo à média do índice, de 1,99%.

Em 12 das 16 cidades pesquisadas a variação de preço do metro quadrado ficou abaixo da inflação esperada para o mês. De acordo com o Boletim Focus, do Banco Central, as instituições financeiras preveem que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tenha encerrado o mês de março com alta de 0,85%. As cidades com alta acima do IPCA previsto foram Rio, Niterói, Fortaleza e Vila Velha – cidade com a maior variação mensal (1,75%). Já em Brasília e Porto Alegre houve queda real nos preços.

“Há dois fatores a analisar: um é a própria inflação, que está vindo mais alta e vem até surpreendendo. Por outro lado, a variação de preço do metro quadrado também perdeu fôlego”, afirma o coordenador do indicador, Eduardo Zylberstajn.

Segundo ele, salvo algumas exceções, como o Rio de Janeiro, cidades que todo mês apresentavam variação próxima ou até superior a 1%, como Brasília e Salvador, vêm, desde o fim do mês passado, dando sinais de leve desaceleração – apesar de a variação mensal de março, de 0,64%, ter sido maior do que a de fevereiro, de 0,57%.

“No índice passado, em fevereiro, nove cidades apresentaram alta de preços abaixo da inflação, o que já era bastante. Desta vez, foram 12 dentre as 16 que pesquisamos”, diz. “É um movimento que está se espalhando cada vez mais, pois até 2011, 2012, a alta era quase que generalizada.”

Oferta e demanda. Apesar da tendência de desaceleração vista na variação anual dos quatro últimos meses, o avanço dos preços acumulados em 12 meses ainda é expressivo em algumas capitais. Em Curitiba, a alta chega a 34,2%, seguida por Recife (17,0%) e Vitória (16,5%).

Para Zylberstajn, isso ocorre porque algumas cidades ainda apresentam um desequilíbrio entre oferta e demanda. “Há cidades que notadamente têm um excesso de oferta, com muitos lançamentos.”

De acordo com o economista, o aumento mais lento dos preços pode, se mantiver o ritmo iniciado no final do ano, impactar o indicador anual. “A média de 12 meses ainda é bem acima da inflação. Mas, se a tendência de baixa se mantiver, logo teremos uma mudança.”

Para o Zylberstajn, no entanto, ainda é cedo para se falar em estabilização, pois, segundo ele, não se trata de um novo patamar de preços, mas de um ajuste natural no mercado imobiliário. “Não é um movimento brusco ou drástico de queda, longe disso. Sabemos que o mercado é cíclico”, diz. “Houve uma mudança de patamar de preços quando tivemos a expansão do crédito, prazos maiores e juros menores, e agora já vivemos um novo momento, de correção natural”, diz.

No recorte detalhado por cidade, o metro quadrado mais caro do Rio está no Leblon (R$ 22.116), e o mais barato na Pavuna (R$ 2.204). Já em São Paulo, o maior preço está em Vila Nova Conceição (R$ 13.863), e o mais baixo em Cidade Tiradentes (R$ 2.702). Nas 16 cidades pesquisadas, a média do metro quadrado em março foi de R$ 7.414.

Fonte: estadao.com.br

De 38m² a 60m²: veja dicas para decorar espaços pequenos

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Apartamentos pequenos são uma realidade que pode deixar muitas pessoas atrapalhadas na hora de escolher a decoração. Afinal, como transformar os espaços funcionais sem dar a impressão de que são ainda menores? Cores claras, espelhos e poucos objetos são boas pedidas. A arquiteta Claudia Macedo recomenda integrar espaços para conferir amplitude, como juntar sala com cozinha e sala de jantar com living. “Piso único também é um bom recurso, porque recortar muito o piso pode conferir sensação de que o ambiente é menor”. Móveis com mais de uma função também se encaixam bem, como mesa de jantar que vira painel. A arquiteta Claudia ainda indica apostar em armários embutidos e não atrapalhar o espaço de circulação: mesa de centro, por exemplo, não é bem-vinda em um apartamento pequeno. Navegue pela galeria de fotos e inspire-se na decoração de projetos com área entre 38 m² e 60 m².

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Fonte: terra.com.br

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Piscina com borda de vidro em teto de casa deixa banhistas à mostra

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Situada na costa mediterrânea da Espanha, essa casa de 650 metros quadrados tem a vista para o mar bloqueada pelos prédios vizinhos.

A saída encontrada pelo escritório Wiel Arets Architects foi colocar a piscina, de 60 toneladas, no teto. Assim, tomando sol no terraço ou mergulhando na piscina, é possível ver a praia.

Equipada com borda infinita, a linha d’água da piscina se mistura com o mar ao longe e com os ambientes ao redor.

O chão de vidro e a janela panorâmica em uma das bordas possibilita uma visão “voyeur” para quem está dentro da residência.

Quando o sol passa pelas estruturas de vidro, a casa parece ser inundada por “ondas de reflexo” na cor azul-turquesa.

A construção foi organizada em torno de dois caminhos de circulação: um conjunto “rápido” de escadas -que leva diretamente à cobertura- e outro, “lento”, que se estende por todos os quatro andares da residência.

 

Fonte: folha.uol.com.br/

 

Reforma em apartamento comum cria imóvel de luxo

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Arquiteta começou do zero e mudou tudo. Derrubou paredes e trocou parte elétrica, hidráulica, revestimentos e mobiliário

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Quando a arquiteta Nicole Finkel foi contratada para reformar um apartamento no bairro dos Jardins, em São Paulo, encontrou praticamente uma tela em branco. O imóvel de 90 m2 e dois quartos não tinha absolutamente nada de especial e o proprietário lhe deu liberdade para mexer no que quisesse. O resultado foi uma metamorfose completa, que transformou um apartamento comum em um verdadeiro imóvel de luxo. “Trocamos tudo: parte elétrica, hidráulica, revestimentos e mobiliário. É uma delícia poder começar do zero”, afirma a arquiteta.

Além de “trocar tudo”, Nicole ainda pôde quebrar algumas paredes e mudar um pouco a disposição dos cômodos. Como os moradores gostam de cozinhar e receber os amigos, a parede entre a sala e a cozinha foi retirada para integrar os ambientes, que ganharam a mesma identidade visual, com móveis e piso escuro. A área de serviço, por sua vez, foi desmembrada e incorporada a outros cômodos. Uma parte foi usada para criar uma área extra em um dos quartos; o banheiro de empregada foi anexado ao outro dormitório, transformando-o em uma suíte; e o quarto de empregada virou despensa.

Se nas áreas sociais os tons escuros dominam, nos banheiros o branco e tons claros foram priorizados. Para quebrar a monotonia, foram adotados revestimentos em porcelanato com desenhos em alto relevo. No mais, tudo bem básico com louças brancas e boxes de vidro transparente.

Para que cada quarto ficasse com a cara do dono, os cômodos ganharam áreas especiais. Um espaço da suíte foi transformado em escritório, enquanto o outro quarto recebeu um closet. Para criar uma uma sensação maior de aconchego, todo o apartamento teve o teto modificado, com o acréscimo de uma moldura de gesso para luzes embutidas. Na parte de iluminação, os spots para luz direcionada também foram trocados.

 

Fonte: terra.com.br

Serviço permite monitorar a casa por celular ou tablet

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Oferecido no Brasil há pouco mais de um ano, Teleview dá ao cliente a possibilidade de acessar imagens geradas por câmeras de sua residência

Chamar um táxi, ver as atualizações do Facebook, publicar uma foto no Instragram, checar as atrações culturais ao seu redor e até mesmo marcar um encontro amoroso. Os celulares de hoje são capazes de executar tarefas impensáveis até alguns anos atrás, mas um novo serviço está levando essa versatilidade a outro patamar. Hoje já é possível monitorar o que acontece na sua casa pelo celular ou tablet.

A multinacional do ramo de segurança Teleatlantic oferece há cerca de um ano no Brasil o serviço Teleview, que permite ao cliente acessar, em seus dispositivos móveis, imagens geradas em tempo real por câmeras instaladas em sua residência. “Para checar as câmeras, o cliente precisa baixar um aplicativo da empresa e entrar com um login e uma senha. Além disso, é possível acessar imagens gravadas, que ficam armazenadas em nosso sistema por até 30 dias, e até mesmo baixá-las e enviar estes arquivos para outras pessoas”, explica Ricardo Coutinho, diretor de vendas e marketing da Teleatlantic.

O serviço custa R$ 59 por mês, mas este valor não inclui as câmeras, que devem ser adquiridas e instaladas pelo cliente.  Os modelos mais simples saem por R$ 500. Há, no entanto, equipamentos com recursos diferenciados, como infravermelho e ausência de fiação, que podem chegar a até R$ 10 mil cada. Quem não quiser adquirir os dispositivos, a Teleatlantic aluga câmeras a partir de R$ 99 mensais. A empresa ainda cobra R$ 150 pela instalação de cada ponto de captação.

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“Ao fazer o orçamento conosco, o cliente receberá um relatório da nossa consultoria de  segurança sobre as necessidades da residência, o que inclui quantidade de câmeras e o seu  posicionamento”, afirma Coutinho. Ele acrescenta que o monitoramento por câmeras pode ser integrado com alarmes a um custo total de R$ 150 mensais. Neste caso, quando um alarme registrar alguma ocorrência na casa, um dos atendentes da companhia irá checar as imagens para confirmar o problema e acionar a polícia e o cliente. A equipe da empresa só terá acesso às câmeras se o alarme disparar, para preservar a privacidade dos moradores.

“Este tipo de serviço está com uma grande procura, não apenas para segurança da residência, mas também para monitorar crianças, idosos e animais de estimação. Também existem aqueles que instalam o sistema no sítio ou na casa da praia, que são pouco usados e muitas vezes demora até que um furto seja percebido”, comenta Coutinho.

Fonte: terra.com.br

Casa tem estruturas em forma de asas de pássaro para bloquear ventos

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Chamada de “a casa do voo do pássaro”, esta residência de 400 m² fica no norte da ilha de São Miguel, no arquipélago de Açores, em um terreno de 10 mil m². O projeto é do arquiteto Bernardo Rodrigues.

Como solução aos ventos e às chuvas frequentes na região, surgiu a ideia de criar uma estrutura lateral à casa principal e pátios cobertos.

Assim, criou-se a noção de “asas”, duas estruturas brancas que compõem a casa. Um delas engloba a cozinha e também forma a chaminé –referência à arquitetura popular tradicional– e um pátio coberto.

A outra possui o espaço de circulação que liga o primeiro andar ao terraço, no topo da casa.

Para que as asas não impedissem a entrada de luz e escurecessem a residência, as áreas de convivência têm paredes de vidro, com abertura para a paisagem. Os quartos ficam no andar superior, mais reservados e protegidos.

Ao subir no terraço, que fica no telhado, é possível visualizar toda a costa norte da ilha.

Casa do pássaro

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  •    Outras aberturas em vidro possibilitam a entrada de luz natural

Fonte: folha.uol.com.br

Financiamentos imobiliários batem recorde em 2013

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Volume atingido foi de R$ 109,2 bilhões; alta de 32% sobre 2012.
Foram financiados 529,8 mil imóveis, um avanço de 17%.

 

Os financiamentos imobiliários no país com recursos das cadernetas de poupança atingiram R$ 109,2 bilhões em 2013 e estabeleceram um novo recorde histórico. Aspectos positivos da economia brasileira, como baixo desemprego e queda da inadimplência, fizeram a procura por crédito disparar. Em comparação com o ano anterior (R$ 82,8 bilhões), o aumento é de 32%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram financiados 529,8 mil imóveis, alta de 17% ante os 453,2 mil de 2012. De acordo com Octavio de Lazari Junior, presidente da Abecip, aproximadamente 40% do crescimento do crédito em 2013 se deu por causa do aumento dos preços, sendo o restante pelo maior número de financiamentos.

Só em dezembro de 2013, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 10,4 bilhões, 2,3% acima do resultado de novembro e 17% acima do mesmo mês de 2012, diz Lazari Junior. No mês, foram financiadas aquisições e construções de 50,9 mil imóveis, alta de 7% em relação a novembro e de 19% sobre o mesmo mês de 2012.

“O crescimento do crédito imobiliário está destoando do crédito no país em 2013, que deve crescer em geral entre 15%”, avalia o presidente da Abecip. “O crédito imobiliário retomou o lugar que é seu por direito, ser a carteira de crédito mais importante para pessoa física no Brasil.”

Abecip (Foto: Gabriela Gasparin/G1)
Octavio de Lazari Junior, presidente da Abecip,
falou à imprensa nesta terça-feira.
(Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Menos desemprego e mais renda
Segundo Lazari Junior, a alta foi maior do que a prevista no começo do ano passado, que era de 15% a 20%. Entre os fatores que colaboraram para o bom resultado de 2013 estão o baixo desemprego, o crescimento da renda, a confiança do consumidor e a baixa inadimplência. “A inadimplência está absolutamente controlada, estamos falando num índice de 1,8% em 2013”, afirmou.

De acordo com a Abecip, o resultado de 2013 apresenta crescimento expressivo se comparado com o resultado de 2012, quando totalizou R$ 82,8 bilhões ante os R$ 79,9 bilhões de 2011, leve alta de apenas 3,6%.

A entidade mostra que a trajetória de recuperação do crédito imobiliário em 2013 tornou-se mais expressiva a partir do segundo trimestre do ano passado. Em fevereiro, por exemplo, foram financiadas 29,3 mil unidades financiadas, a menor quantidade mensal do ano.

Aquisição lidera alta
O que puxou a alta do crédito no ano passado foram os financiamentos para aquisição.

Dados da entidade mostram que em 2013 o mutuário continuou demandando o crédito, com alta de 41% na quantidade de financiamentos para aquisição de imóveis, totalizando R$ 76,9 bilhões dos R$ 109,2 bilhões desembolsados.

Os desembolsos para construção totalizaram R$ 32,3 bilhões, um crescimento de 15% sobre 2012.

Previsões para 2014
A entidade continua esperando alta do crédito neste ano. De acordo com o presidente, a estimativa é de crescimento ao redor de 15%, para R$ 126 bilhões, o que seria um novo recorde histórico.

Bolha imobiliária
Questionado sobre uma possível bolha imobiliária no país, Lazari Junior afirma não acreditar na possibilidade de acontecer. Na visão dele, a bolha só ocorreria em um cenário de crédito concedido sem critérios rígidos, o que não é o caso brasileiro.

“O brasileiro dá uma entrada muito significativa, de 30% a 35% do valor do imóvel”, disse, acrescentando que  95% dos financiamentos no Brasil em 2013, por exemplo, foram para comprar o imóvel para moradia, e não para investimento.

“E teve toda a preocupação dos agentes econômicos para que não tivesse um financiamento exacerbado”, afirmou.

Com relação aos preços, o presidente da entidade afirmou que, após fortes altas nos últimos anos, não deve ocorrer uma desvalorização nos preços daqui para a frente. “O que vai acontecer daqui para a frente é que os preços ficarão estáveis, a não ser em uma ou outra zona de instabilidade”, disse. “O que a gente percebe é que o valor financiado está coerente com a valorização que acontece na região.”

Fonte: g1.globo.com

 

Imóveis em Destaque.